A Fungo de Quintal

Valorizando a economia colaborativa e o comércio justo, nosso propósito é inspirar as pessoas a terem um estilo de vida mais saudável e sustentável.

Entregamos cogumelos de pequenos produtores direto até a casa das pessoas, com o Clube de Assinatura Cogulovers, e também o delivery de compras avulsas.

 

Nossos cogumelos são todos de cultivo natural, com qualidade premium e super fresquinhos.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não são colhidos na mata, mas sim cultivados em blocos e sacos de composto 100% orgânico, dentro em estufas fechadas com ambiente controlado.

Hoje são treze famílias que vivem e trabalham em pequenos sítios do interior e dedicam suas vidas com amor ao que mais gostam de fazer: produzir cogumelos.

Cada família tem uma origem e história diferente, e vamos contar aqui um pouquinho sobre algumas delas.

Famílias da Fungo de Quintal

Da Chão

Domingos e sua mulher já formavam um belo casal de portugueses que trabalhavam na roça com hortaliças, na região de Bragança. Começaram o cultivo de cogumelos e chamaram o filho, que trabalhava na cidade, para fazer parte dessa nova aventura. 

Hoje, produzindo os cogumelos Paris e Portobello, e três gerações diferentes da família trocam experiências e trabalham em conjunto.

Maurício

Começou a vida de agricultor aos 15 anos, ajudando o pai no sítio, e logo se mudou para cidade para se formar na faculdade e trabalhar em lojas tradicionais de varejo. Muitos anos depois, Maurício resolveu ajudar seu tio a vender cogumelos em conservas, e não demorou para de se encantar com esse universo dos fungos.  

Criou coragem para iniciar um cultivo próprio de seu cogumelo preferido, o portobello.

Convidou sua namorada Jessica a participar do projeto, casaram, e decidiram construir uma casa no próprio sítio, onde atualmente moram, trabalham, e criam a recém nascida filha Naomi.

 

Hattori

Cecília e seu marido já trabalham com agricultura tradicional há muitos anos na região de Sorocaba.

Quando foram se aproximando da terceira idade, encontraram a oportunidade de iniciar um cultivo no próprio sítio de shitake. 

Se encantaram, pois trocaram o trabalho pesado da horta pelo cuidado exigente e delicado dos cogumelos, levando uma vida sem contato com fertilizantes e defensivos químicos que estavam acostumados a usar na plantação.

Cacá

Foi morando no japão alguns anos, onde toda a família conheceu pela primeira vez um cultivo de shitake. Se apaixonaram e resolveram estudar e aprender as técnicas lá mesmo, e então voltaram para o Brasil para iniciar um cultivo próprio.  

Após muitas dificuldades para adaptar e substituir os componentes orgânicos japoneses, hoje são produtores conhecidos da região de Sorocaba há quase dez anos.

Piter

Piter é holandês, e queria trabalhar com algo diferente. Começou ajudando alguns coletores de cogumelos silvestres, e aos poucos passou comercializa-los entre seu país e Portugal. 

Foi para China pesquisar e aprender mais sobre o universo dos fungos, e após seus filhos crescerem, resolveram se mudar para o Brasil para empreenderem do zero com o próprio cultivo de cogumelos. Com muito estudo e planejamento, hoje produzem shimeji negro e eryngui de forma modernizada.

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